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Operação integrada flagra crime ambiental e apreende mercadorias irregulares


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A Prefeitura de Ilhabela realizou no último sábado (20), no desembarque da balsa, uma operação integrada de fiscalização que contou com a participação da Secretaria de Mobilidade e Segurança, da Vigilância Sanitária e o apoio da Polícia Militar. A ação resultou em apreensões de mercadorias, retenção de veículo com produtos sem nota fiscal e o flagrante de crime ambiental.


Durante as abordagens, um homem foi surpreendido transportando gaiolas com pássaros silvestres escondidos em uma mochila e em uma sacola. Os animais foram apreendidos, o suspeito encaminhado à delegacia e a Polícia Ambiental acionada para identificar as espécies.


Na mesma operação, os agentes identificaram um procurado pela Justiça por inadimplência de pensão alimentícia e foi conduzido à Delegacia de Polícia.


A fiscalização também se concentrou no combate ao comércio ambulante irregular. Foram lavrados seis autos de apreensão e recolhidos mais de 30 tipos de itens, entre alimentos perecíveis, produtos de limpeza e higiene, roupas e acessórios. Entre os materiais estavam pacotes de amendoim, brigadeiros, trufas, frangos sem procedência, cestas básicas, luvas, meias, cintos, relógios, além de coolers e bolsas de gelo.


Um furgão carregado de alimentos destinados a cestas básicas também foi retido por falta de nota fiscal. Segundo os fiscais, havia indícios de que a carga seria comercializada de porta em porta ou revendida em estabelecimentos locais sem controle de origem.


Para o prefeito Toninho Colucci, a atuação conjunta é fundamental para proteger a cidade. “Nossa gestão tem atuado de forma integrada para proteger Ilhabela. Não se trata apenas de coibir irregularidades, mas de preservar a saúde, a segurança da população e de quem visita a cidade, além de proteger o meio ambiente”, destacou.


O secretário de Mobilidade e Segurança, Lucas Oliveira, reforçou a importância da iniciativa. “Mais do que organizar o comércio, nosso trabalho é proteger a população e garantir que a cidade siga dentro da legalidade. Quando lidamos com alimentos sem procedência e casos que envolvem crime ambiental, estamos tratando de riscos concretos. Essas operações vão continuar para assegurar a saúde, dos moradores e visitantes”, afirmou.

 

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