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Condenação por improbidade de Manoel Marcos transita em julgado e amplia risco de inelegibilidade


A Justiça de Ilhabela declarou o trânsito em julgado em uma das ações por improbidade administrativa contra o ex-prefeito Manoel Marcos de Jesus Ferreira, tornando definitiva a condenação e encerrando qualquer possibilidade de recurso.


A decisão foi assinada pelo juiz Marco Antonio Giacovone Filgueiras, da 1ª Vara da Comarca de Ilhabela, que determinou a certificação do trânsito em julgado após o esgotamento dos prazos legais, além do encaminhamento para cumprimento das medidas previstas na sentença.


Com isso, o processo entra na fase de execução, com efeitos diretos no campo jurídico e reflexos imediatos na vida política do ex-gestor.


Entenda o caso

A condenação está ligada a uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público, que apontou irregularidades na condução de atos administrativos durante a gestão de Manoel Marcos.


De acordo com a denúncia acolhida pela Justiça, houve violação de princípios da administração pública e prejuízo ao erário, com responsabilização direta do então gestor. A sentença estabeleceu sanções como ressarcimento de valores aos cofres públicos, pagamento de multa civil e aplicação de penalidades previstas na legislação de improbidade.


Com o trânsito em julgado agora confirmado, a condenação deixa de ser passível de contestação e passa a produzir efeitos plenos. A decisão judicial também determina a atualização do débito com acréscimo de multa em caso de não pagamento voluntário, além da inclusão do nome do ex-prefeito em cadastros nacionais de condenações por improbidade administrativa.


Impacto político

Com a condenação definitiva, Manoel Marcos passa a se enquadrar diretamente nas regras da Lei da Ficha Limpa, que prevê a suspensão dos direitos políticos e a inelegibilidade de agentes públicos condenados por improbidade.


O novo cenário ocorre em meio ao anúncio de sua pré-candidatura a deputado estadual pelo Partido Progressistas (PP).

Segundo fontes do meio político da cidade, o nome do ex-prefeito já consta como inelegível em registros cartorários, o que pode levar à impugnação automática de eventual pedido de candidatura.


Nos bastidores, a avaliação é de que o trânsito em julgado consolida um cenário jurídico adverso e reduz significativamente as chances de participação no próximo pleito.


Em suas redes sociais, o ex-prefeito afirma ser alvo de perseguição política e mantém a intenção de disputar as eleições.

 

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